O tradicional “Córrego do Burrinho”, única via de água corrente existente em Posto da Mata, maior distrito do Brasil e pertencente ao município de Nova Viçosa, está sendo aterrado pelas ações urbanas da Prefeitura Municipal.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Corumbau lugarejo deserto no sul da Bahia
O nome não poderia ser outro: Corumbau, que na língua Pataxó significa "lugar distante" ou "longe de tudo". É assim que nos sentimos quando vistamos este pedacinho de terra situado no sul da Bahia. Quase isolado do mundo, com acesso por uma estradinha de terra, Corumbau é o lugar prefeito para descansar e esquecer da vida agitada das cidades.
Os 15km de praias totalmente desertas terminam no encontro do rio Corumbau com o mar. Um dos locais mais bonitos da região é formado por uma ponta de areia que avança mar adento por cerca de 500 metros na maré baixa. O contraste do dourado da areia fina com o infinito azul do mar dá a sensação de estarmos em uma região remota. Para compor o cenário, um colar de recifes de mais de 1km forma piscinas naturais. Coqueiros e falésias completam esse paraíso ecológico.
É na Ponta do Corumbau que se localiza a vila de pescadores. Algumas pousadas e restaurantes também ocupam o local, um dos melhores lugares para o banho, na companhia de peixes que ficam represados nas poças da maré baixa. Nadar no mar azulado, andar pelos vários quilômetros de praias desabitadas, admirar as falésias, cavalgar, andar de caiaque no rio ou, simplesmente, descansar bastante. O programa em Corumbau tem um resultado certeiro: não há quem não relaxe em meio a tanta natureza semi-virgem.

Talvez por não ser tão fácil chegar nesse "lugar distante", Corumbau permaneça ainda hoje uma das praias mais preservadas do litoral baiano. O percurso inclui parada em Porto Seguro, viagem de jipe para Caraíva e viagem de barco até a Ponta de Corumbau, ou pode-se seguir via carro de Porto Seguro até a vila. São 220km, sendo os últimos 60 em estrada de barro. Quem puder pagar, pode ter uma viagem bem mais confortável (e rápida, cerca de 25 minutos) em aviões fretados.
Mas quem pensa que nesse cantinho do mundo não há conforto, se engana. Aqui estão algumas das mais luxuosas pousadas do país: uma combinação equilibrada de luxo e rusticidade para quem pode pagar. A preços mais em conta, pousadas situadas na vila recebem turistas que não abrem mão de conhecer essa praia quase intocada. Algo imperdível para quem gosta de natureza. Corumbau é um dos locais mais belos desse planeta, um lugar para ficar marcado na memória de quem passa por aqui.
Passeios
Que tal separar alguns dias, deixar a praia deserta de lado e visitar as redondezas de Corumbau? Ou curtir um dia no rio? Há algumas opções de passeios.
Aldeia Pataxó: vale a pena conhecer a comunidade Pataxó que vive em uma aldeia do outro lado do rio. Aí é possível comprar o típico artesanato indígena.
Rio Corumbau: há opções de passeios de caiaque, barco ou canoas nas águas calmas do rio ou de caminhadas mangue a dentro
Barra do Cahy: há 12km de Corumbau, a Barra do Cahy é considerado por alguns estudiosos como primeiro local onde Pedro Álvares Cabral teria tentado aportar. Mais do que pelo valor histórico, a visita a esse lugar vale pelo cenário espetacular, repleto de falésias. O passeio pode ser feito de barco.
Monte Pascoal: segundo historiadores, o morro foi o primeiro ponto avistado pelos portugueses. Vale um passeio na reserva do Parque Nacional do Monte Pascoal, com área de 22.500 hectares de mata atlântica. Do topo do monte, têm-se a visão do mar de um lado e da Serra do Itamaraju do outro. O trajeto é feito de carro e depois caminhada de meio dia com guia indígena.
Recifes: um dos principais atrativos de Corumbau fica por conta dos recifes formados na maré baixa. Aproveite para fazer um passeio de barco até o recife onde é possível mergulhar, ver os peixes e nadar nas piscinas naturais.
Como chegar
Em linha reta, Corumbau fica a menos de 100km de Porto Seguro. Mas para chegar até lá a viagem pode ser longa, a depender de quanto você quer desembolsar. De carro, são 220km de Porto Seguro a Corumbau - 60km até Eunápolis, onde pega-se a BR 101 na direção sul até Itamaraju. Siga sentido Prado até Guarani. Daí, faltam os últimos 60km de uma estrada de terra. Outra opção é seguir até Caraíva, onde pega-se um jipe e depois uma lancha. Os hotéis oferecem opções de translado em escunas ou aviões fretados. fonte: Uol- Roteiro Turístico
Os 15km de praias totalmente desertas terminam no encontro do rio Corumbau com o mar. Um dos locais mais bonitos da região é formado por uma ponta de areia que avança mar adento por cerca de 500 metros na maré baixa. O contraste do dourado da areia fina com o infinito azul do mar dá a sensação de estarmos em uma região remota. Para compor o cenário, um colar de recifes de mais de 1km forma piscinas naturais. Coqueiros e falésias completam esse paraíso ecológico.
É na Ponta do Corumbau que se localiza a vila de pescadores. Algumas pousadas e restaurantes também ocupam o local, um dos melhores lugares para o banho, na companhia de peixes que ficam represados nas poças da maré baixa. Nadar no mar azulado, andar pelos vários quilômetros de praias desabitadas, admirar as falésias, cavalgar, andar de caiaque no rio ou, simplesmente, descansar bastante. O programa em Corumbau tem um resultado certeiro: não há quem não relaxe em meio a tanta natureza semi-virgem.

Talvez por não ser tão fácil chegar nesse "lugar distante", Corumbau permaneça ainda hoje uma das praias mais preservadas do litoral baiano. O percurso inclui parada em Porto Seguro, viagem de jipe para Caraíva e viagem de barco até a Ponta de Corumbau, ou pode-se seguir via carro de Porto Seguro até a vila. São 220km, sendo os últimos 60 em estrada de barro. Quem puder pagar, pode ter uma viagem bem mais confortável (e rápida, cerca de 25 minutos) em aviões fretados.
Mas quem pensa que nesse cantinho do mundo não há conforto, se engana. Aqui estão algumas das mais luxuosas pousadas do país: uma combinação equilibrada de luxo e rusticidade para quem pode pagar. A preços mais em conta, pousadas situadas na vila recebem turistas que não abrem mão de conhecer essa praia quase intocada. Algo imperdível para quem gosta de natureza. Corumbau é um dos locais mais belos desse planeta, um lugar para ficar marcado na memória de quem passa por aqui.
Passeios
Que tal separar alguns dias, deixar a praia deserta de lado e visitar as redondezas de Corumbau? Ou curtir um dia no rio? Há algumas opções de passeios.
Aldeia Pataxó: vale a pena conhecer a comunidade Pataxó que vive em uma aldeia do outro lado do rio. Aí é possível comprar o típico artesanato indígena.
Rio Corumbau: há opções de passeios de caiaque, barco ou canoas nas águas calmas do rio ou de caminhadas mangue a dentro
Barra do Cahy: há 12km de Corumbau, a Barra do Cahy é considerado por alguns estudiosos como primeiro local onde Pedro Álvares Cabral teria tentado aportar. Mais do que pelo valor histórico, a visita a esse lugar vale pelo cenário espetacular, repleto de falésias. O passeio pode ser feito de barco.
Monte Pascoal: segundo historiadores, o morro foi o primeiro ponto avistado pelos portugueses. Vale um passeio na reserva do Parque Nacional do Monte Pascoal, com área de 22.500 hectares de mata atlântica. Do topo do monte, têm-se a visão do mar de um lado e da Serra do Itamaraju do outro. O trajeto é feito de carro e depois caminhada de meio dia com guia indígena.
Recifes: um dos principais atrativos de Corumbau fica por conta dos recifes formados na maré baixa. Aproveite para fazer um passeio de barco até o recife onde é possível mergulhar, ver os peixes e nadar nas piscinas naturais.
Onde ficar
Decidir onde se hospedar pode ser um dos poucos dilemas de quem visita Corumbau. Para o visitante disposto a gastar, o difícil é escolher entre algumas dos melhores hotéis da Bahia, a exemplo do Jocotoka Ecológico Resort (www.jocotoka.com.br), do Hotel Vila Naia (www.vilanaia.com.br) e da Fazenda São Francisco do Corumbau (www.corumbau.com.br). Há pousadas bem mais simples, e bem mais em conta, como a Verabeli (www.pousadaverabeli.com.br), a Tocca do Veludo (www.corumbaunet.com.br) e a Villa Segovia (www.corumbaunet.com.br/sites/vilaseg/), que também tem uma área de camping.Como chegar
Em linha reta, Corumbau fica a menos de 100km de Porto Seguro. Mas para chegar até lá a viagem pode ser longa, a depender de quanto você quer desembolsar. De carro, são 220km de Porto Seguro a Corumbau - 60km até Eunápolis, onde pega-se a BR 101 na direção sul até Itamaraju. Siga sentido Prado até Guarani. Daí, faltam os últimos 60km de uma estrada de terra. Outra opção é seguir até Caraíva, onde pega-se um jipe e depois uma lancha. Os hotéis oferecem opções de translado em escunas ou aviões fretados. fonte: Uol- Roteiro Turístico
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Perder 24% da área produtiva para recuperar APP e Reserva Legal sairá caro para o Brasil
Recuperar os déficits de Reserva Legal (RL) e Áreas de Proteção Permanente (APPs) ocupadas com agricultura em áreas produtivas pode custar caro para o Brasil e ser especialmente devastador para a economia de estados e municípios majoritariamente dependentes da atividade agrícola e florestal. A conclusão é do novo estudo produzido pelo coordenador da RedeAgro e diretor geral do ICONE, André Meloni Nassar e do procurador da Fazenda Nacional e autor dos livros Código Florestal Comentado, Curso de Direito Ambiental e Multa Ambiental, Luís Carlos da Silva Moraes, no momento em que se discute o Código Florestal Brasileiro, cuja revisão tramita agora no Senado.De acordo com a pesquisa, os 64,8 milhões de hectares a recompor com florestas equivalem a 24% da área total em produção no país. Além dos custos estimados para a execução do reflorestamento, que inclui o cultivo, plantio de mudas e cercamento das áreas, há a perda de arrecadação tributária e o encolhimento da renda agrícola em torno de 20,5%.
Segundo o texto, uma redução de 24% na área produtiva acarretará em um encolhimento de 20,5% – cerca de R$ 36,1 bilhões – na renda total gerada pelo setor agropecuário. Por indução, esta diminuição na renda seria responsável por um impacto adicional de R$ 91.9 bilhões nos demais setores da economia, totalizando uma redução de 3,4% no total produzido pelo Brasil em 2005. “Lembrando que o PIB brasileiro cresceu, em termos nominais, 70% de 2005 a 2010, se trazida para valores de 2010, a perda seria de R$ 218 bilhões”, afirma André Nassar.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Tartarugas marinhas aparecem doentes em praias de Porto Seguro
Veterinários suspeitam que animais tenham ingerido lixo no mar.
Nove filhotes já foram devolvidos à natureza.
Tartarugas marinhas (Foto: Divulgação/PAT Ecosmar)Vinte e três tartarugas marinhas apareceram em dois dias, em Porto Seguro, na região sul da Bahia. São sete animais considerados jovens e 16 filhotes. Eles começaram a aparecer na terça-feira (26) ao longo de 15 Km de praia e os últimos animais foram encontrados na quarta (27). Os 16 filhotes encontrados são da espécie tartaruga-de-pente e nove deles já foram devolvidos mar.
Segundo o órgão de assistência ambiental PAT Ecosmar, os outros animais estão magros, debilitados e não conseguem mergulhar, o que impossibilita que eles se alimentem normalmente.
A suspeita é de que eles sofram de doenças respiratórias e de presença do lixo no estômago e no intestino. Correntes marinhas com águas mais frias podem também causar choque térmico nas espécies. Eles estão recebendo cuidados veterinários e serão soltos no mar assim que recuperarem a saúde.
Nove filhotes já foram devolvidos à natureza.
Tartarugas marinhas (Foto: Divulgação/PAT Ecosmar)Vinte e três tartarugas marinhas apareceram em dois dias, em Porto Seguro, na região sul da Bahia. São sete animais considerados jovens e 16 filhotes. Eles começaram a aparecer na terça-feira (26) ao longo de 15 Km de praia e os últimos animais foram encontrados na quarta (27). Os 16 filhotes encontrados são da espécie tartaruga-de-pente e nove deles já foram devolvidos mar.Segundo o órgão de assistência ambiental PAT Ecosmar, os outros animais estão magros, debilitados e não conseguem mergulhar, o que impossibilita que eles se alimentem normalmente.
A suspeita é de que eles sofram de doenças respiratórias e de presença do lixo no estômago e no intestino. Correntes marinhas com águas mais frias podem também causar choque térmico nas espécies. Eles estão recebendo cuidados veterinários e serão soltos no mar assim que recuperarem a saúde.
sábado, 23 de julho de 2011
Cientistas encontram maior quantidade de água do Universo
Registro foi feito ao redor de buraco negro a 12 bilhões de anos-luz daqui.
Volume de água é 140 trilhões de vezes o dos oceanos da Terra.
Do G1, em São Paulo
O gás liberado por esse buraco negro está numa temperatura de 53º C negativos, o que é cinco vezes mais quente que os gases soltos na Via Láctea. O vapor d’água da Via Láctea fica congelado, e também por isso a quantidade de água em nossa galáxia é 4 mil vezes menor que no quasar.
Astrônomos detectam quasar mais distante já encontradoTelescópio Hubble faz foto inédita da galáxia Centauro A“O ambiente em volta desse quasar é muito peculiar e por isso produz essa grande massa de água”, disse Matt Bradford, pesquisador da Nasa. “É mais uma demonstração de que a água é dominante por todo o Universo, mesmo nos tempos mais primórdios”, completou.
A pesquisa foi desenvolvida por dois grupos de astrônomos, formados por cientistas ligados a diversos institutos. A descoberta foi publicada pela revista “Astrophysical Journal Letters”.
Astrônomos descobriram a maior quantidade de água já registrada no Universo a uma distância de mais de 12 bilhões de anos-luz da Terra. A quantidade de água equivale a 140 trilhões de vezes todo o volume de água nos oceanos de nosso planeta.
A grande quantidade de água se encontra na forma de vapor, em volta de um quasar chamado APM 08279+5255. Um quasar é o núcleo de uma galáxia, confinado num espaço pequeno, em relação à sua massa, que abriga um buraco negro. Nesse quasar específico, há um buraco negro com 20 bilhões de vezes a massa do Sol, que produz uma quantidade de energia equivalente a um quadrilhão de vezes à da nossa estrela.
Ilustração mostra como é a visão de um quasar como o APM 08279+5255 (Foto: Nasa / ESA)A água está em forma de vapor e ajuda a compreender a natureza do quasar. A medição desse vapor e de moléculas de outros tipos, tais como monóxido de carbono, sugerem que há gás suficiente para alimentar o buraco negro até que ele atinja seis vezes seu tamanho.
O gás liberado por esse buraco negro está numa temperatura de 53º C negativos, o que é cinco vezes mais quente que os gases soltos na Via Láctea. O vapor d’água da Via Láctea fica congelado, e também por isso a quantidade de água em nossa galáxia é 4 mil vezes menor que no quasar.
Astrônomos detectam quasar mais distante já encontradoTelescópio Hubble faz foto inédita da galáxia Centauro A“O ambiente em volta desse quasar é muito peculiar e por isso produz essa grande massa de água”, disse Matt Bradford, pesquisador da Nasa. “É mais uma demonstração de que a água é dominante por todo o Universo, mesmo nos tempos mais primórdios”, completou.
A pesquisa foi desenvolvida por dois grupos de astrônomos, formados por cientistas ligados a diversos institutos. A descoberta foi publicada pela revista “Astrophysical Journal Letters”.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Tartaruga com mais de cem anos é apreendida com pescadores
PORTO SEGURO - A partir de denúncia anônima feita à Secretaria de Meio Ambiente de Porto Seguro, por meio do disque denúncia (3268-0558), a equipe de Fiscalização Ambiental flagrou, na manhã desta segunda-feira (04), dois pescadores, no recife da Praia de Pitinga, retirando rede de pesca com tartarugas.
Foram encontradas duas tartarugas já mortas, sendo uma da espécie verde e a outra de pente, essa última encontrada estava desossada.
Os répteis foram encaminhados para biopsia no projeto Amiga Tartaruga/Pat Ecosmar. A equipe intensificará o trabalho de fiscalização no local de desova, a fim de coibir a instalação de redes.
“A tartaruga verde teria, aproximadamente, mais de cem anos de idade e pesava cerca de 50 quilos”, conta o fiscal, Mackxuel Campeshe.
Os pescadores, ao perceberem a presença dos fiscais, fugiram, deixando no local todo o apetrecho de pesca.
Os répteis foram encaminhados para biopsia no projeto Amiga Tartaruga/Pat Ecosmar. A equipe intensificará o trabalho de fiscalização no local de desova, a fim de coibir a instalação de redes.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Abrolhos: Conheça este Paraiso
Abrolhos – Foto: Marcello Lourenç
Situado a 70 km de Caravelas, o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos é uma ótima opção de viagem. O arquipélago de Abrolhos é o mais antigo parque nacional marinho da América do Sul e é formado por cinco Ilhas: Guarita, Sueste, Siriba, Redonda, Santa Barbara ( sob o controle da Marinha do Brasil)e ainda o recife de timbebas e possui mais de 930km. Em 2010 o Parque recebeu também o reconhecimento como Sítio Ramsar, um tratado firmado por governos de diversos países que estabelece uma ação nacional e uma cooperação internacional para a conservação e uso racional das zonas úmidas mundiais e de seus recursos naturais. O Parque Nacional Marinho dos Abrolhos possui um área de mais de 930 km².
Há uma versão para o nome de abrolhos – Segundo tradição nos meios náuticos, o nome Abrolhos provém da advertência Abra os Olhos, contida em antigas cartas náuticas portuguesas, aos navegantes daquela região, devido aos perigos que ela oferece dada a grande quantidade de recifes submersos.
Em Abrolhos não existe hotéis ou pousadas para pernoite, isso pode ser feito em embarcações chamadas de Liveaboards que não perdem em nada para hotéis da região ou ainda através de embarcações que fazem o passeio no estilo chamado bate-volta.
Durante três dias o CaravelasNews ficou “hospedado “ no TITAN, embarcação com mais de 22 metros que hospeda 16 pessoas em pernoites de 2 ou 3 dias, só para ter uma idéia do luxo desta embarcação uma das suítes possui até banheira.
Situado a 70 km de Caravelas, o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos é uma ótima opção de viagem. O arquipélago de Abrolhos é o mais antigo parque nacional marinho da América do Sul e é formado por cinco Ilhas: Guarita, Sueste, Siriba, Redonda, Santa Barbara ( sob o controle da Marinha do Brasil)e ainda o recife de timbebas e possui mais de 930km. Em 2010 o Parque recebeu também o reconhecimento como Sítio Ramsar, um tratado firmado por governos de diversos países que estabelece uma ação nacional e uma cooperação internacional para a conservação e uso racional das zonas úmidas mundiais e de seus recursos naturais. O Parque Nacional Marinho dos Abrolhos possui um área de mais de 930 km².
Em cada pedacinho de Abrolhos o visitante encontra beleza inigualável. A vista do conjunto de ilhas é impressionante, o Farol e as casas da ilha Santa Barbara compõem o cenário perfeito, a diversidade de espécies de aves marinhas impressionam, a biodiversidade de peixes e espécies de corais são um caso aparte neste conjunto.
Abrolhos é diversão garantida para toda a família, pois justamente no mês de junho coincidindo com as férias escolares é que Abrolhos recebe a visita das Baleias Jubarte que por sua vez dão show com seus saltos e exibição de nadadeiras. Através de trilha na ilha Siriba, o visitante toma consciência da fragilidade do ecossistema local, num agradável e amigável contato com os atobás, grazinas e fragatas.
Aves Marinhas: Grazina e AtobáPor estar sempre entre os cincos melhores pontos de mergulho do Brasil, Abrolhos é muito visitada por adeptos desta pratica esportiva que se encantam com os vários pontos de mergulho ao redor do Parque. Entre naufrágios, chapeirões, grandes cardumes de peixes e vários tipos de corais Abrolhos encantam a todos.
Em Abrolhos não existe hotéis ou pousadas para pernoite, isso pode ser feito em embarcações chamadas de Liveaboards que não perdem em nada para hotéis da região ou ainda através de embarcações que fazem o passeio no estilo chamado bate-volta.
O CaravelasNews coletou bastante material e fará uma série matérias apresentando Abrolhos como tema, estas matérias só foram possíveis graças ao apoio da Apecatu Expedições.
Chegada das Baleias a abrolhos é destaque na revista Cidadania e Meio Ambiente
Em sua edição de numero 33 a revista Cidadania e Meio Ambiente traz uma matéria sobre a chegada das Baleias Jubarte ao Parque Nacional Marinho dos Abrolhos.
Além de citar a ligação entre abrolhos e as Jubarte a revista mostra ainda um tipo de turismo que atrai muitas pessoas: O Turismo de Observação de Baleias.
Localizado a 66 km da cidade de Caravelas, no sul da Bahia, o Arquipélago de Abrolhos representa a principal área de reprodução e cria de baleias Jubarte no Oceano Atlântico Sul Ocidental. As cinco ilhas que formam o arquipélago funcionam como um verdadeiro porto seguro para a espécie, oferecendo águas claras (em determinadas épocas do ano a visibilidade das águas pode chegar a incríveis 15m) e rasas, além de quentes, com temperaturas variando entre 24ºC e 28ºC.
Observação de baleias
Todos os anos, um grande contingente de baleias Jubarte (aproximadamente 7,2 mil indivíduos) chegam à costa brasileira, migrando para o Arquipélago de Abrolhos entre os meses de junho a novembro, onde permanecem principalmente nos meses de setembro, outubro e novembro. É muito comum nesse período observar diversificados comportamentos desses cetáceos – batidas de nadadeiras peitorais e caudal, saltos parciais e totais, além daqueles diretamente relacionados à corte e à reprodução.
Durante a permanência da espécie em Abrolhos, no período de acasalamento e de disputas, grandes grupos de baleias se reúnem temporariamente na região. Nessa ocasião, os machos – geralmente tranquilos nas áreas de alimentação junto aos polos – tornam-se extremamente agressivos. Afinal, para eles, o objetivo e meta principais desses encontros e eventos é a conquista de fêmeas, e o consequente acasalamento.
O turismo de observação de baleias ou “whale watching” é uma modalidade em crescimento em diversas regiões do mundo, como consequência direta do fim das atividades de caça aos cetáceos ao longo de suas áreas de ocorrência e do aumento gradual das populações de várias espécies. Fato que permite a um número crescente de observadores o contato com esses mamíferos fascinantes. A observação de baleias começou na década de 1940, na costa oeste dos Estados Unidos e, hoje, gera muito mais recursos do que a atividade baleeira jamais produziu.
No Brasil, essa atividade vem se intensificando nos últimos anos nas áreas costeiras da rota de migração, caso da região de Arraial do Cabo (RJ) e principalmente no Arquipélago de Abrolhos, no sul da Bahia. A partir de Nova Viçosa, Alcobaça e Caravelas, a cada temporada de “visita dos cetáceos”, centenas de pessoas rumam a Abrolhos para ver de perto as baleias Jubarte.
Fonte; Caravelasnews.
Além de citar a ligação entre abrolhos e as Jubarte a revista mostra ainda um tipo de turismo que atrai muitas pessoas: O Turismo de Observação de Baleias.
Foto retirada da Internet
Observação de baleias
Todos os anos, um grande contingente de baleias Jubarte (aproximadamente 7,2 mil indivíduos) chegam à costa brasileira, migrando para o Arquipélago de Abrolhos entre os meses de junho a novembro, onde permanecem principalmente nos meses de setembro, outubro e novembro. É muito comum nesse período observar diversificados comportamentos desses cetáceos – batidas de nadadeiras peitorais e caudal, saltos parciais e totais, além daqueles diretamente relacionados à corte e à reprodução.
O turismo de observação de baleias ou “whale watching” é uma modalidade em crescimento em diversas regiões do mundo, como consequência direta do fim das atividades de caça aos cetáceos ao longo de suas áreas de ocorrência e do aumento gradual das populações de várias espécies. Fato que permite a um número crescente de observadores o contato com esses mamíferos fascinantes. A observação de baleias começou na década de 1940, na costa oeste dos Estados Unidos e, hoje, gera muito mais recursos do que a atividade baleeira jamais produziu.
Fonte; Caravelasnews.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
HOMENAGEM AO GRANDE DEFENSOR DA VIDA
José Koopmans: uma homenagem através de trechos de homenagens
Koopmans travesso - Jose Koopmans era o diabo encarnado/ O diabo que veio das oropa/ O danado, o travesso a burilar as falsas verdades da igreja/ O aventureiro, o maldito, a fervilhar as rezas do capital/ O roqueiro, o caminhante, a trilhar os caminhos negados pela ironia/ O simpático, o desdenhoso, a desconfiar dos índices sociais/ O inconformado, a invadir plenárias da injustiça e denunciar o medo./ José Koopmans era um José, Daqueles que o capitalismo tenta devorar e não conseguiu E por não conseguir, o chamam de fracassado e mentem ao seu respeito. Padre José, como era conhecido por uns, Era um camarada de luta, por vezes acreditou no partido/ Leu e releu poemas de Brecht, mas deixou de lado a crença no partido/ E viu que o partido já era, pois as lutas estavam nas ruas e no corpo/…/ Jose Koopmans era um José/ E como tantos José no Brasil, tinha esperança. (Por Sumário Santana – GrupoViola de Bolso de Eunápolis)
“(…) Nós o queremos como um companheiro; / Um compartilhador do amor…/ Um repartidor de ideias…/ Um semeador de resistências;/ Um formador de consciências/ E um construtor de utopias./ Não esqueçamos porém,/ Que no seu peregrinar também/ Ele silenciosamente nos via./ Nos via das alturas do altar/ E nas baixuras do lutar./ Nos via por trás da hierarquia/ Nos via, nos via, nos via…/ E sorria e sofria…” ((Trecho do poema “Fiquemos com as lembranças e com os compromissos”, de Ademar Bogo, do MST).
“(…) Vai companheiro, vai fundir-se com a mãe terra, já que a vida inteira tomou-a em defesa, sem jamais transigir. Agora, Tu e Ela, uma só matéria. Vai companheiro, aninhar-se nos braços da Lua, pois tua luta nunca será olvidada, teu grito profético contra a destruição e mercantilização da natureza, tua fúria lúcida contra a corrupção de políticos vigaristas de todos os matizes, corrupção que mata e subtrai a vida de milhares de pessoas, teu profundo senso de justiça, tantas vezes motivo de perseguição pela Igreja Vaticana a que pertences, que, com suas estruturas conservadoras e truculentas, o cerceava; mas não é o evangelho que diz ‘Felizes os que tem fome e sede de justiça’(…)”? (Aliomar Rabelo Cesar)
Os trechos acima foram recortados de textos e/ou poemas maiores, enviados por Ivonete Gonçalves para a lista do GT Combate ao Racismo Ambiental ou diretamente para este Blog. Pedimos a compreensão de seus autores pela publicação parcial, já que fazê-lo na íntegra inviabilizaria a justa
“(…) antes de tudo era uma pessoa afetiva, holandês que se tornou baiano e que lutou e denunciou a invasão da monocultura dos eucaliptos e a tristeza e sofrimento do povo pobre que é obrigado a lhes ”dar lugar”. Padre Zé ou simplesmente Zé permanecerá conosco para sempre! Com o povo da roça, com o povo da periferia, com os trabalhadores e trabalhadoras rurais, com os indígenas, a quem tanto amou!” (Geralda Soares, de Araçuai)
“(…) Não existe um homem branco que seja mais índio, que seja mais negro do que este. Assim como também não existe quele que cuide tanto do próximo, seja qualquer criança, jovem ou adulto, que seja excluído, perseguido. … E todos faremos justiça ao seu legado. Tudo o que você nos deixa, nós continuaremos!” (Carolina Ranciaro)
“(…) Vai companheiro, vai fundir-se com a mãe terra, já que a vida inteira tomou-a em defesa, sem jamais transigir. Agora, Tu e Ela, uma só matéria. Vai companheiro, aninhar-se nos braços da Lua, pois tua luta nunca será olvidada, teu grito profético contra a destruição e mercantilização da natureza, tua fúria lúcida contra a corrupção de políticos vigaristas de todos os matizes, corrupção que mata e subtrai a vida de milhares de pessoas, teu profundo senso de justiça, tantas vezes motivo de perseguição pela Igreja Vaticana a que pertences, que, com suas estruturas conservadoras e truculentas, o cerceava; mas não é o evangelho que diz ‘Felizes os que tem fome e sede de justiça’(…)”? (Aliomar Rabelo Cesar)
Os trechos acima foram recortados de textos e/ou poemas maiores, enviados por Ivonete Gonçalves para a lista do GT Combate ao Racismo Ambiental ou diretamente para este Blog. Pedimos a compreensão de seus autores pela publicação parcial, já que fazê-lo na íntegra inviabilizaria a justa
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Mata Atlântica do NE: rica em diversidade e ameaçada
Quatro das cinco regiões onde mais se encontram espécies endêmicas da Mata Atlântica estão localizadas na porção nordestina do bioma, onde, apesar da rica biodiversidade, há poucas ações de conservação. A falta de cuidados fez com que cerca de 92% da Mata Atlântica do Nordeste fosse destruída, mas nem tudo está perdido: o movimento Amane provou que, com a ajuda da população local, é possível recuperar o bioma na região em pouco tempo
Os dados foram divulgados pela Amane - Associação para Proteção da Mata Atlântica do Nordeste e revelam uma área que merece proteção, mas que, apesar da sua importância, recebe pouca atenção do governo e, também, de entidades do terceiro setor. A primeira organização a focar seus esforços, exclusivamente, na preservação e restauração da Mata Atlântica nordestina foi a própria Amane, fundada em 2005 por oito ONGs, nacionais e internacionais, indignadas com a situação da região.
Segundo levantamento realizado por elas, a falta de cuidados fez com que a área passasse a ser explorada, de forma intensa e irresponsável, pela população e empreendimentos locais, o que resultou na destruição de cerca de 92% da Mata Atlântica nordestina. Hoje, restam, apenas, 19.427 km² do bioma na região - dos 255.245 km² originais - e dezenas de espécies que vivem no local já estão, oficialmente, ameaçadas de extinção, dando à Mata Atlântica nordestina o título de uma das regiões mais degradadas do bioma.
No entanto, o trabalho da Amane - que atua na região há cerca de seis anos - provou que, com ações bem planejadas, é possível recuperar a região em pouquíssimo tempo. Atualmente, a associação realiza uma porção de projetos na região e um dos mais bem sucedidos é o Programa de Desenvolvimento Sustentável para o Assentamento Pacas, implantado no município de Murici, em Alagoas.
A ação reeducou as 85 famílias que moram no assentamento - localizado no entorno do Complexo Florestal de Murici -, para que passassem a utilizar a floresta de forma sustentável. "Eram cerca de 780 pessoas muito humildes, que queriam fugir da economia escravocrata da região, baseada na cana-de-açúcar, mas que não faziam ideia de como manejar, de forma adequada, os recursos naturais que a floresta disponibiliza. A mata era vista por eles como local de despejo de resíduos e caça predatória. Muitos vendiam, ilegalmente, aves raras nas feiras locais para conseguir dinheiro", contou Maria das Dores Melo, que é coordenadora da Amane, durante o evento Viva a Mata 2011.
Após a ação de reeducação realizada pela Amane, a população do assentamento Pacas passou a produzir orgânicos, que eram vendidos nas feiras locais da cidade, gerando renda para as famílias. A iniciativa deu tão certo que os moradores fundaram a COOPF - Cooperativa de Produtores da Agricultura Familiar Camponesa e, hoje, têm contrato com a prefeitura de Murici para fornecer merenda escolar orgânica para todas as escolas públicas do município.
"O programa ajudou, inclusive, a diminuir a discriminação que o governo e a própria população tinham com os moradores do assentamento. Antes, eles eram vistos como ‘sem-terras acomodados’ e, hoje, além de serem ‘produtores de agricultura familiar’, mantêm uma ótima relação com todos", disse Maria das Dores. "O resultado não podia ser melhor. Claro que ainda há caça e desmatamento na região e é preciso fiscalizar constantemente, mas a pressão antrópica no Complexo Florestal de Murici diminuiu muito, porque hoje eles entendem que precisam da floresta", concluiu.
Para conhecer os outros projetos da Amane - que é formada pelas ONgs Cepan, SNE, IARBMA, CI-Brasil, TNC, Save Brasil, WWF-Brasil e Fundação SOS Mata Atlântica -, acesse o portal da associação.
Da Bahia ao Piauí, passando por outros seis estados da região, a porção de Mata Atlântica Nordestina corresponde a cerca de 28,8% de todo o território do bioma e abriga quatro dos cinco principais centros de endemismo da Mata Atlântica - ou seja, regiões que, além de serem consideradas as mais ricas em biodiversidade do bioma, abrigam uma grande quantidade de espécies endêmicas.
Os dados foram divulgados pela Amane - Associação para Proteção da Mata Atlântica do Nordeste e revelam uma área que merece proteção, mas que, apesar da sua importância, recebe pouca atenção do governo e, também, de entidades do terceiro setor. A primeira organização a focar seus esforços, exclusivamente, na preservação e restauração da Mata Atlântica nordestina foi a própria Amane, fundada em 2005 por oito ONGs, nacionais e internacionais, indignadas com a situação da região.
Para conhecer os outros projetos da Amane - que é formada pelas ONgs Cepan, SNE, IARBMA, CI-Brasil, TNC, Save Brasil, WWF-Brasil e Fundação SOS Mata Atlântica -, acesse o portal da associação.
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